Munícipes de Cacuaco beneficiam de uma ponte metálica

Luanda – Uma ponte metálica de quarenta e dois metros com a capacidade de quarenta toneladas, construída sobre e Rio Zenza, localizada entre os bairros da Quilunda (Município de Cacuaco, e do Muzondo, município de Dande (Província do Bengo), foi entregue hoje, Segunda-feira, aos munícipes de Cacuaco, pela Empresa Nacional de Pontes (ENP).

O acto foi assistido pelo administrador municipal de Cacuaco, Carlos Alberto Cavuquila, vice-governador da província de Luanda, para área técnica, Agostinho da Silva e entidades tradicionais.

Em declarações à imprensa, o Director Geral da ENP, José Henriques, disse que a construção da ponte de quatro metros de largura, teve a duração de um mês e está orçada em mais de um milhão de dólares.

Acrescentou ainda que está para breve a construção de mais duas pontes metálicas em duas localidades que farão a ligação dos bairros paraíso, Augusto Ngangula e da Cerâmica nas comunas do Kicolo e sede municipal, respectivamente.

De igual modo, disse que a ponte terá uma duração de 20 anos e contará com a manutenção da empresa construtora. “Antes, a população pagava cinquenta kwanzas para a travessia de canoa de um lado para o outro”, recordou.

Por sua vez, o vice-governador, Agostinho da Silva, disse que a materialização da obra surge em cumprimento da orientação do Presidente da Republica, José Eduardo dos Santos, dimanada do encontro de Auscultação da Mulher Rural, este ano, entre muitas preocupações expostas.

“As pessoas que andavam 52 quilómetros para levarem os seus produtos do campo para venderem no mercado de Kifangondo, hoje só precisam de andar um quilometro e meio nesta travessia”, sustentou.

Informou ainda que a construção de pontes metálicas vão prosseguir em vários municípios de Luanda, de acordo com os projectos em carteira.

O administrador municipal de Cacuaco, Carlos Cavuquila, agradeceu a ENP por ter concluído a ponte e apelou a população no sentido de cuidar da obra colocada a sua disposição, pois vai apoiar o escoamento da produção agrícola da zona.

“Não permitam que os amigos do alheio destruam o que o Estado fez em prol das populações”, disse,  tendo encarregue o soba da área como o responsavel ” número um” na vigilância da ponte.

ANGOP

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